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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Abastecimento de água é normalizado em Lavras da Mangabeira

Depois de 10 dias de falta água, foi normalizado o abastecimento, neste cidade, localizada na região do Cariri cearense. O problema foi ocasionado por um rompimento da adutora da Estação de Tratamento de Água, na localidade de Quitaiús, distante 30 km da sede. Houve dificuldades dos operários em fazer o conserto da tubulação, que em longo trecho ficou sob a CE 385, a Rodovia Padre Cícero.

O vazamento na adutora provocou perda de pressão e irregularidade no abastecimento nos primeiros dias, até que o sistema entrou em colapso. Abastecimento no município foi normalizado ontem FOTO: KID JÚNIOR
O prefeito Gustavo Augusto Lima, o Dr. Tavinho, esclarece que desde o início do problema procurou a Cagece, empresa responsável pelo serviço de abastecimento de água da cidade, para o reparo no vazamento da tubulação. "Nós agimos logo e até fornecemos uma máquina retro escavadeira para auxiliar no serviço de escavação para o conserto e desvio da tubulação", disse. O fornecimento de água foi normalizado ontem.

O abastecimento de água de Lavras da Mangabeira é feito a partir do açude Rosário. Coletar água no reservatório não era uma solução viável, por causa da distância. "Compreendemos as dificuldades que a população enfrentou, mas é preciso esclarecer que a responsabilidade pelo abastecimento de água da cidade é da Cagece, uma empresa estadual", frisou o prefeito.

Parceria
Sobre especulações de divergências políticas na questão, o gestor disse que há entre a prefeitura e a Câmara de Vereadores uma relação de parceria e de apoio. "Os vereadores são nossos amigos e eu jamais atribui culpa ao poder legislativo pela falta de água", esclareceu, acrescentando que "em nenhum momento ficamos omissos e solicitamos da Cagece rapidez no conserto do vazamento".

No Açude Rosário há uma Estação de Tratamento de Água. Após tratada, a água chega por gravidade a um reservatório elevado (caixa de água) na área urbana e, depois, é distribuída para os moradores.

O vazamento na adutora provocou perda de pressão e irregularidade no abastecimento nos primeiros dias, até que o sistema entrou em colapso. Os moradores enfrentaram no período transtornos em decorrência da falta de água. "Foi o jeito comprar água, pois é uma necessidade diária", disse a dona de casa, Maria Oliveira. "Ainda bem que o problema chegou ao fim", comenta aliviada.

Empresários locais também enfrentaram transtornos com a falta de água. "Foi um sufoco", disse o comerciante Francisco Souza. Proprietários de postos de lavagem de veículos, donos de lanchonetes e restaurantes tiveram que buscar alternativa, comprando água para não interromper os serviços de atendimento ao público.

Parte da adutora do Açude Rosário fica sob a Rodovia Padre Cícero e a Cagece ainda terá que fazer um serviço de desvio de 600 metros da rede de canos, como solução definitiva.


FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

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